O que você pode esperar das tendências do turismo que estão redesenhando o luxo em 2026?

Hoje, a pergunta não é “qual é o hotel?”. E sim “como eu quero me sentir?”

Confira o que mapeamos para você aplicar na sua próxima jornada.

1– Controle de multidões

O luxo mais disputado do momento é simples de explicar e difícil de garantir: destinos com clima ameno e sem turismo em massa

Esse desejo virou um eixo central do turismo sustentável, justamente porque desloca o foco de “consumir” um lugar para habitar o lugar por alguns dias.

Na prática, isso se traduz no crescimento do interesse por fiordes tranquilos da Groenlândia, paisagens vulcânicas da Islândia e o espetáculo absoluto de geleiras na Antártida

E, ao mesmo tempo, no reposicionamento de clássicos como Itália e França, que ganham outra vida quando visitados fora da alta temporada.

2– Butão e a nova exclusividade

Se existe um país que simboliza o novo luxo, ele não precisa gritar. 

O Butão é o exemplo mais elegante dessa virada ao adotar o modelo de “alto valor, baixo volume”, com taxas diárias que limitam o número de visitantes e ajudam a preservar a autenticidade local.

Esse é um ponto crucial: em 2026, exclusividade legítima é ter acesso sem danificar o que tornou aquele lugar especial. 

Para o viajante de alto padrão, isso soa como o tipo de privilégio que vale mais do que qualquer lobby instagramável.

3– Viagens guiadas por histórias

Aqui, o entretenimento vira bússola. 

As inspirações mudaram: TikTok, Reels e recomendações pessoais acendem o desejo; mas o cinema e a televisão continuam sendo motores gigantes de viagem. 

Há algo irresistível em entrar num cenário que já mora na sua cabeça.

Séries como The White Lotus transformam locações em destinos cobiçados. Dramas coreanos e a nova animação KPop Demon Hunters atraem fãs para a Coreia do Sul

No Reino Unido, a costa dramática e as vilas pesqueiras da Cornualha, associadas a produções como House of the Dragon e Poldark convidam o viajante aspirante à sonhador.

4) Do FOMO ao slow-mo

O FOMO ainda existe. E, para muitos, é um FOMO com prazo: mudanças ambientais e o desejo de ver antes que mude de configuração. 

Isso impulsiona viagens extraordinárias como a Grande Migração no Quênia ou os ecossistemas singulares das Ilhas Galápagos.

Mas há uma virada deliciosa quando o viajante chega: o ritmo desacelera. Passageiros de cruzeiros fluviais pedem mais tempo nos portos para explorar bairros e mercados com calma. Em safáris, cresce a preferência por acampamentos menores.

Na América do Sul, o mesmo padrão aparece com força. Os viajantes prolongam a permanência em Argentina, Chile e Peru, combinando aventura com gastronomia, vinhos e cultura.

5) O “luxo ilimitado” do ultraluxo

O antigo all inclusive deixou de ser conveniência e virou curadoria absoluta: 

  • traslados privados;
  • refeições em nível Michelin;
  • reservas integrais de resorts, com chefs, especialistas em bem-estar e guias. 

E isso cresce muito por um motivo emocional (e altamente humano) – viagens de celebração. Aniversários, encontros de família, comemorações marcantes.

Nesse cenário, privacidade é uma moeda forte. Islas, propriedades isoladas e iates entram no radar. 

Porque oferecem o que não se encontra em destinos saturados: exclusividade real e escapismo.

Escolha sua tendência e aprecie o novo luxo em 2026

Sua próxima viagem pede clima agradável, privacidade e experiências que parecem feitas sob medida? 

Então, a Engetur desenha cada detalhe com nossa curadoria especializada nesse segmento do turismo. 

Fale com um consultor e transforme tendência em roteiro… do jeito certo, no tempo certo, com o nível de conforto que você espera!

Viajar a Machu Picchu no início da temporada de chuvas, entre novembro e janeiro, é descobrir o sítio arqueológico sob uma nova perspectiva. 

Longe do senso comum, esse período revela um cenário mais verde, mais silencioso e, em muitos momentos, mais fotogênico! 

Por qual motivo? A neblina que sobe das montanhas, as pedras úmidas refletindo a luz difusa e o ritmo mais calmo das visitas criam uma atmosfera quase cinematográfica. 

Especialmente para quem busca algo além do óbvio.

Machu Picchu entre nuvens e montanhas

No começo da temporada de chuvas, Machu Picchu ganha contornos teatrais. 

As chuvas ainda não são constantes, geralmente aparecem em pancadas rápidas, sobretudo no fim do dia

Pela manhã, é comum encontrar o santuário parcialmente envolto em nuvens, que se dissipam aos poucos, revelando os terraços agrícolas, templos e passagens de pedra de forma gradual.

O Templo do Sol possui uma arquitetura curva e um alinhamento astronômico, assim sendo, costuma ficar ainda mais impressionante sob a luz suave dos dias nublados. 

Já o Templo das Três Janelas e a Praça Sagrada se destacam pelo contraste entre a pedra milenar, bem como ao verde intenso das montanhas ao redor.

Trilhas, mirantes e paisagens em transformação

As trilhas que levam aos mirantes mais altos, como a Montanha Machu Picchu e a Montanha Huayna Picchu, permanecem abertas, desde que as condições climáticas permitam. 

Nessa época do ano, a vegetação está mais densa. Ou seja, o caminho se transforma em um corredor natural de tons verdes. 

Porém, o esforço da subida é recompensado por vistas profundas do vale do rio Urubamba, muitas vezes com nuvens passando abaixo do nível dos olhos.

Outro ponto que ganha destaque é o Intihuatana: a famosa pedra ritual associada aos ciclos solares. 

Com menos visitantes disputando espaço, é possível observar o local com mais calma. Permitindo compreender sua importância simbólica dentro da cosmovisão inca.

Cusco e o Vale Sagrado como aliados da viagem

Antes ou depois da visita a Machu Picchu, Cusco e o Vale Sagrado dos Incas se tornam ainda mais relevantes no início da temporada de chuvas. 

Cusco mantém seu charme histórico, com destaque para a Plaza de Armas, a Catedral de Cusco e o Qorikancha, antigo templo inca adaptado ao período colonial.

No Vale Sagrado, locais como Pisac e Ollantaytambo exibem campos cultivados em pleno vigor, mercados locais mais tranquilos e uma sensação de contato mais próximo com o cotidiano andino. 

Dicas práticas para planejar sua viagem nesta época

Planejar bem faz toda a diferença ao viajar para Machu Picchu no começo da temporada de chuvas:

  • Priorize roupas impermeáveis leves, calçados com boa aderência e uma mochila compacta para o dia da visita;
  • Reserve com antecedência ingressos e trens, pois, mesmo fora do pico, o acesso é controlado e limitado;
  • Considere incluir noites extras em Cusco ou no Vale Sagrado para se adaptar à altitude com tranquilidade. Além disso, ter margem caso o clima altere algum passeio;
  • Guias locais também fazem diferença nesse período, ajustando o ritmo da visita e aproveitando melhor as janelas de tempo aberto;
  • Finalmente, para garantir um roteiro bem desenhado, com logística eficiente e escolhas alinhadas ao melhor do destino, o caminho mais seguro é contar com uma agência de viagens que domine cada detalhe da região.

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Em 2026, viajar deixa definitivamente de ser um ato automático com essas ideias!

Será menos sobre cumprir roteiros e mais sobre fazer escolhas alinhadas com quem você é, bem como o seu momento de vida. 

Portanto, nós selecionamos 5 ideias em alta que já estão redesenhando a forma de viajar. E que prometem transformar sua experiência no próximo ano.

1. Quietcations: quando o silêncio vira destino

O luxo mais desejado de 2026 não cabe em fotos chamativas. Ele é quase invisível: silêncio. 

As quietcations, ou “férias silenciosas”, surgem como resposta direta ao cansaço mental provocado por agendas lotadas, telas constantes e excesso de estímulos.

Hotéis e destinos passam a valorizar ambientes tranquilos, paisagens contemplativas, experiências sem notificações e ritmos mais lentos. 

Viajar deixa de ser estímulo e passa a ser antídoto!

2. Viagens sem escolhas: o prazer de simplesmente confiar

Escolher tudo o tempo todo esgota. Por isso, cresce o interesse por viagens em que você não precisa decidir nada

Roteiros, experiências e jornadas totalmente guiadas entram em cena como uma forma elegante de descanso mental.

Em vez de planejar cada detalhe, o viajante entrega o controle e recebe, em troca, fluidez, surpresa e leveza. O verdadeiro luxo aqui é não precisar pensar, mas, sim, apenas viver.

3. Road trips: o caminho volta a importar

Enquanto aeroportos se tornam cada vez mais impessoais, a estrada ressurge como espaço de liberdade. 

As road trips ganham força porque devolvem autonomia, ritmo próprio e conexão direta com o território.

Viajar por terra permite pausas espontâneas, desvios e histórias que não estavam no plano.

4. Viagens hiperpersonalizadas: uma jornada do seu tamanho

O tempo das viagens genéricas acabou. O novo viajante busca experiências desenhadas para fases específicas da vida e interesses muito claros. 

Pode ser um momento de transição pessoal, uma celebração íntima ou uma paixão de nicho.

O roteiro se molda ao viajante; e não o contrário. Cada detalhe ganha significado porque conversa com quem você é hoje, não com um perfil médio que já não existe.

5. Viagens literárias e cinematográficas: viver dentro das histórias

Finalmente, livros, filmes e séries deixaram de ser apenas inspiração. Eles se tornaram destinos

Em 2026, cresce o interesse por viagens que permitem caminhar por cenários literários, hospedar-se em hotéis com bibliotecas e viver experiências narrativas.

Viajar passa a ser também um exercício cultural: uma forma de atravessar histórias, épocas e universos, sempre com profundidade e um repertório de encher os olhos.

Viajar menos no automático, mais com propósito

Essas cinco ideias têm algo em comum: todas colocam você, o viajante, no centro. 

Não se trata de tendência por tendência, mas de escolhas que fazem sentido para quem busca experiências mais conscientes, alinhadas ao próprio movimento.

Escolha sua ideia e concretize seu pacote conosco!

Se você quer transformar essas tendências em uma viagem desenhada para o seu momento de vida, a assessoria da Engetur ajuda a traduzir desejos em experiências reais.

Viajar bem, em 2026, começa antes do embarque com essas ideias! Fale conosco para saber mais.

A Ilha Grande de Chiloé tem aquele tipo de magnetismo raro: 

Você chega sem grandes expectativas e sai com a sensação de ter descoberto um mundo à parte! 

É um destino marcado por natureza bruta, história viva e uma cultura que não existe em nenhum outro lugar do Chile.

Palafitas de Castro, a assinatura visual da ilha

Localizada na região de Los Lagos, a ilha forma a Província de Chiloé, junto de pequenas ilhotas vizinhas.

E o primeiro impacto costuma acontecer na capital, Castro, onde as tradicionais palafitas dominam o cenário. 

São casas coloridas construídas sobre estacas de madeira, acompanhando o movimento da maré que avança e recua a cada seis horas.

Essa arquitetura típica (chamada de arquitetura chilota) define a alma da ilha. Ver as palafitas ao amanhecer ou no fim da tarde é uma daquelas experiências simples e poderosas que só fazem sentido ao vivo.

Dalcahue oferece artesanato, sabores e vida local

Quem chega a Dalcahue encontra uma das experiências mais locais da ilha. 

A feira de artesanato reúne tecelãs, artesãos e moradores que transformam lã de ovelha em roupas, mantas e peças de decoração. 

É o tipo de lugar ideal para trazer algo realmente feito pelos locais.

Ao lado da feira está o espaço gastronômico conhecido como Las Cocineras, onde cozinheiras da comunidade servem pratos típicos que fazem parte da história da ilha. 

Entre as opções, aparecem clássicos como o curanto, além de empanadas, sopas e ensopados tradicionais da região.

Conheça as igrejas tombadas pela UNESCO

Chiloé abriga 16 igrejas reconhecidas como Patrimônio Mundial pela UNESCO. 

Elas formam um circuito histórico único no país, todas construídas majoritariamente em madeira, seguindo técnicas da escola de arquitetura chilota.

Confira abaixo a lista completa:

  1. Igreja de Achao;
  2. Quinchao;
  3. São Francisco;
  4. Rilán;
  5. Nercón;
  6. Aldachildo;
  7. Ichuac;
  8. Detif;
  9. Vilupulli;
  10. Chonchi;
  11. Tenaún;
  12. Colo;
  13. São João;
  14. Dalcahue;
  15. Chelín;
  16. e Caguach.

A mais imponente é a primeira – Santa Maria de Loreto de Achao, em Quinchao – que mistura estilos neoclássico e neogótico e levou quase 80 anos para ser concluída. 

É considerada uma das mais importantes do Chile.

Passeios naturais na Ilha Grande de Chiloé

Chiloé também é para quem gosta de natureza em estado puro.

Um dos passeios mais especiais é a visita à Pinguinera de Puñihuil, a 27 km de Ancud, onde convivem duas espécies de pinguins.

Outra experiência imperdível é navegar até a Ilha Mechuque, um lugar remoto, perfeito para trekking com vistas espetaculares.

Para quem busca algo mais tranquilo, vale remar de caiaque no Golfo de Acuy, onde golfinhos às vezes aparecem para acompanhar o trajeto.

E não deixe de incluir no roteiro a cachoeira de Tocoihue, em Dalcahue, ou uma visita ao Parque Nacional de Chiloé, dividido em setores que combinam trilhas, cavalgadas e contemplação da floresta.

Surpreendeu-se com os fascínios da ilha?

Então, feche agora o seu pacote para a Ilha de Chiloé com a Engetur. 

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O fim de 2025 promete tendências de turismo mais consciente, sensorial e estrategicamente planejado. 

Depois de anos marcados por transformações profundas no comportamento do viajante, novas prioridades começam a aparecer. 

A seguir, confira 5 tendências que devem moldar o turismo no final de 2025, especialmente entre brasileiros, que continuam liderando comportamentos inovadores no mercado global.

1 – Turismo noturno

A primeira grande tendência é o turismo noturno

Um movimento que começou de forma tímida, mas que ganhou força graças ao aumento das temperaturas e à busca por experiências astronômicas acessíveis. 

Dados mostram que 64% dos brasileiros querem visitar destinos com céus mais escuros, enquanto 79% desejam vivências ligadas à contemplação de estrelas. 

Constelações, eventos cósmicos raros, tours conduzidos por guias especializados e acomodações com baixa poluição luminosa entram no radar. 

Mais do que curiosidade, há um fator climático importante: 57% pretendem aumentar atividades à noite para evitar o calor excessivo, e 67% querem reduzir a exposição ao sol. 

Assim, viagens que antes se concentravam em trilhas diurnas, praias e passeios abertos passam a ganhar novas versões adaptadas para madrugadas memoráveis.

2 – Wellness

Outra tendência forte para o fim de 2025 é o turismo de bem-estar, só que agora em um nível muito mais profundo. 

Esqueça a ideia de “descansar em um spa”; a procura é por longevidade e regeneração real. 

Retiros estruturados, terapias de luz infravermelha, crioterapia, tratamentos celulares e programas focados em vibração corporal fazem parte do novo vocabulário turístico. 

De acordo com os levantamentos, 78% dos brasileiros desejam participar de retiros de longevidade e 87% querem aprender práticas de bem-estar para aplicar no cotidiano. 

O Brasil aparece entre as nacionalidades mais dispostas a pagar por viagens cujo objetivo principal é prolongar a vida e melhorar a saúde mental, um indicador de que o turismo de autocura se tornará um dos segmentos mais premium da década.

3 – Itinerários alternativos 

Os itinerários alternativos também se consolidam como tendência decisiva. 

Em um mundo hiperconectado e saturado de destinos viralizados, o viajante brasileiro busca descobrir lugares menos conhecidos – e quer usar a tecnologia para isso. 

Nada de seguir roteiros padronizados: 83% afirmam que vão recorrer a aplicativos para encontrar regiões tranquilas, enquanto 26% dizem que não irão marcar sua localização em redes sociais ao visitar lugares pouco explorados, preservando sua singularidade. 

A ideia não é apenas evitar multidões, mas proteger destinos frágeis e garantir experiências mais autênticas.

4 – Viagens multigeracionais 

As viagens multigeracionais continuam crescendo, mas agora com uma motivação mais emocional do que econômica. 

Embora quase metade dos brasileiros prefira investir em uma “viagem dos sonhos” a deixar uma herança, a tendência para 2025 mostra famílias unidas pela experiência, não pelo patrimônio. 

Pais e avós estão financiando viagens para filhos e netos; 88% dos boomers brasileiros estão dispostos a pagar pela viagem dos filhos, e 84% pela dos netos. Surge uma nova dinâmica familiar: férias como legado afetivo.

5 – Guys on the road

Por fim, 2025 marca a ascensão dos guys on the road. Ou seja, homens que viajam sozinhos ou em grupos com outros homens, buscando desconexão, saúde mental, vínculos sociais e novas amizades. 

O dado mais interessante? Para 12% deles, uma viagem apenas com amigos homens é uma forma de combater a solidão. Isso é um reflexo direto das transformações emocionais e sociais da nova década.

Quais tendências do turismo você vai realizar no fim de 2025?

O turismo no final de 2025 será mais consciente, mais personalizado e muito mais humano. 

Uma evolução natural para um mundo que redescobre o valor de viajar não apenas para ver o mundo, mas para viver melhor dentro dele!

Portanto, escolha experiências feitas sob medida para o que você realmente deseja viver em 2025: fale com a Engetur para saber mais.

Antes de arrumar as malas, há uma etapa que pode garantir uma viagem tranquila: o que organizar o celular antes da viagem

Fazer um checklist digital é simples, mas requer atenção. 

A seguir, veja o que deve ser salvo no seu celular antes de embarcar, bem como organizar tudo de forma prática.

Documentos e comprovantes sempre à mão

O primeiro item da lista é também o mais importante: os documentos pessoais e de viagem

Tenha versões digitais do RG, CNH, passaporte e visto, se aplicável. 

O ideal é armazenar esses arquivos em uma pasta protegida por senha ou em aplicativos de nuvem – como Google Drive, iCloud ou Dropbox. Assim, é possível acessá-los mesmo que o celular seja perdido ou trocado.

Também salve passagens aéreas, comprovantes de reserva de hotel, transfers, ingressos de passeios e o seguro-viagem

No caso de viagens internacionais, inclua o certificado de vacinação e os contatos da embaixada ou consulado. Ter todos esses documentos reunidos evita depender apenas do sinal de internet nos aeroportos ou terminais.

Dica extra:

Envie uma cópia digital para alguém de confiança. 

Se o aparelho for extraviado, será mais fácil recuperar as informações.

Aplicativos que facilitam o embarque

O celular pode reunir tudo o que o viajante precisa se estiver bem configurado. 

Portanto, antes de embarcar, baixe os aplicativos da companhia aérea, do hotel, do transporte local e do seguro-viagem

Assim, eles permitem acompanhar notificações de voos, check-ins e eventuais mudanças de itinerário.

Outros aplicativos úteis incluem:

  • Google Maps ou Maps.me – para baixar mapas offline do destino;
  • Tradutor (Google Translate ou DeepL) – ajuda em países de língua diferente;
  • Conversor de moedas (XE Currency ou Revolut) – essencial em viagens internacionais;
  • Agenda e bloco de notas – para registrar horários, endereços e lembretes importantes.

Organize esses aplicativos em uma pasta específica, renomeada como “Viagem”. Então, isso facilita o acesso rápido durante deslocamentos ou conexões.

Salve contatos e informações de emergência

Outro ponto fundamental é manter os contatos importantes acessíveis

Salve números de emergência do destino, como polícia, hospitais e serviços locais. Assim sendo, inclua também os contatos do guia de viagem, da agência e dos familiares no Brasil.

Uma boa prática é anotar os telefones e endereços principais em um arquivo PDF ou em uma nota offline.

Seja como for, também vale registrar os números de cartão de crédito e contatos do banco em um documento protegido; apenas para consulta rápida em caso de perda ou bloqueio.

Organize o armazenamento e proteja seus dados

Antes de sair de casa, libere espaço no celular

Isso evita lentidão e permite salvar fotos e vídeos durante a viagem. Apague arquivos desnecessários, atualize aplicativos e configure o backup automático em nuvem.

Ative a autenticação em dois fatores nas suas contas principais (e-mail, redes sociais e aplicativos bancários). 

Finalmente, use senhas diferentes para cada serviço e mantenha-as salvas em um gerenciador confiável.

Planeje sua próxima viagem com a Engetur

Saber o que organizar o celular é o primeiro passo para uma viagem com tranquilidade. 

A organização digital economiza tempo e previne imprevistos. E, com tudo à mão, o foco pode estar no que realmente importa: aproveitar cada momento.

A Engetur ajuda você em todas as etapas do planejamento. Entre em contato e descubra como nosso time pode transformar seu próximo embarque!

Destinos urbanos oferecem um tipo diferente de celebração no Réveillon: mais intensa, conectada à vida noturna, à gastronomia e à cultura local. 

Portanto, selecionamos cinco cidades que transformam a virada em um espetáculo!

1 – Rio de Janeiro

A festa em Copacabana é uma das maiores do mundo, reunindo milhões de pessoas na areia para assistir ao espetáculo de fogos sobre o mar. 

São cerca de 15 minutos de show pirotécnico sincronizado com trilha sonora – além de apresentações musicais em diversos palcos montados ao longo da orla.

Mas o réveillon carioca não se resume a Copacabana. Os bairros de Ipanema, Barra da Tijuca e Recreio também têm festas animadas, com opções de restaurantes e ceias à beira-mar. 

Hotéis como o Copacabana Palace e o Fairmont Rio oferecem jantares exclusivos com vista privilegiada para os fogos.

2 – Nova York

Poucos lugares traduzem tão bem o réveillon urbano quanto Nova York

O relógio da Times Square dita o início do novo ano para milhões de espectadores ao redor do mundo. A famosa queda da bola de cristal, tradição desde 1907, reúne milhares de pessoas nas ruas.

Além do espetáculo principal, Nova York oferece múltiplas formas de celebrar. Quem prefere um ambiente mais confortável pode assistir aos fogos do Central Park. 

Ou embarcar em um cruzeiro pelo rio Hudson, de onde é possível ver o skyline iluminado e o show de fogos refletido na água.

3 – Lisboa

Em Lisboa, a festa principal acontece na Praça do Comércio, com shows gratuitos e fogos sobre o rio Tejo.

Os restaurantes do bairro Chiado e do Cais do Sodré oferecem menus especiais de fim de ano, com pratos tradicionais como bacalhau à lagareiro e leitão assado

Já quem prefere algo mais animado pode seguir para o Bairro Alto, onde os bares e casas de fado abrem até o amanhecer.

Para uma vista diferente dos fogos, há passeios de barco pelo Tejo com jantar incluído. Ou pode escolher os maravilhosos passeios por trens regionais.

4 – Buenos Aires

Na capital argentina, os fogos podem ser vistos em vários pontos da cidade, especialmente na Puerto Madero. Ali, restaurantes servem ceias sofisticadas com vista para os canais iluminados.

Depois da meia-noite, os bares e boates de Palermo, Recoleta e San Telmo se tornam o centro da comemoração. 

Para os que preferem um ambiente mais tranquilo, hotéis como o Alvear Palace e o Faena Buenos Aires oferecem festas privês com menus degustação e shows ao vivo.

5 – Dubai

O réveillon em Dubai é um evento grandioso, marcado pelos fogos de artifício do Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo. O show pirotécnico, acompanhado de projeções a laser, transforma o horizonte.

Os principais pontos para assistir à contagem regressiva são o Dubai Mall, o Souk Al Bahar e o Burj Park

Para quem quer fugir das multidões, restaurantes como o At.mosphere (no 122º andar do Burj Khalifa) e o Ce La Vi Dubai oferecem jantares de gala com vista panorâmica.

Em dúvida sobre um dos destinos urbanos para passar o Réveillon?

Não se preocupe! Com a Engetur, cada detalhe da sua viagem é planejado com cuidado.

Nossa assessoria completa define para você o melhor destino. Depois, passagens, hospedagem, transfers e as melhores opções de roteiros personalizados para o réveillon estarão disponíveis. 

Entre em contato com a Engetur e descubra como começar o novo ano em grande estilo, em qualquer lugar do mundo, com quem entende de criar viagens inesquecíveis!

Entre reservas, malas e roteiros, um detalhe muitas vezes esquecido pode causar dores de cabeça na sua viagem de final de ano: os documentos e as passagens.

Com um bom planejamento, é possível otimizar o tempo, evitar filas desnecessárias e garantir que o embarque aconteça sem surpresas.

Confira as nossas dicas!

Revise seus documentos com antecedência

O ponto de partida é verificar se os documentos pessoais estão atualizados e válidos. 

Para viagens nacionais, o RG, CNH ou passaporte são aceitos. 

Mas atenção: o RG precisa estar em bom estado e com foto recente, especialmente em voos.

Já para viagens internacionais, o passaporte é obrigatório — e, em alguns países, deve ter validade mínima de seis meses a partir da data de embarque. Vale também confirmar se o destino exige visto ou vacinas específicas, como a de febre amarela.

Quem viaja com crianças deve conferir as regras específicas da companhia aérea. É recomendável guardar cópias digitais de todos os documentos em nuvem, como no Google Drive ou iCloud, e também enviar uma cópia para um contato de confiança.

Organize passagens e reservas em um só lugar

Durante o final do ano, o volume de voos e reservas de hospedagem aumenta. Ter os comprovantes acessíveis faz toda a diferença. 

Uma boa prática é criar uma pasta exclusiva no celular ou no e-mail com todos os arquivos relacionados à viagem: bilhetes eletrônicos, vouchers de hotel, ingressos de passeios e transfer.

Se preferir uma abordagem mais tradicional, imprima os principais documentos, especialmente passagens internacionais, reservas de hospedagem e comprovantes de seguro-viagem. 

Use o celular como seu assistente de viagem

Antes de viajar, baixe os aplicativos das companhias aéreas, hotéis e operadoras envolvidas na sua viagem. 

Faça login, ative o modo offline (quando disponível) e salve os arquivos essenciais no armazenamento local do aparelho.

Crie uma pasta de anotações no celular com informações úteis, como endereços de hotéis, telefones de emergência, número de reservas e contatos de transfer.

Para garantir segurança digital, evite armazenar documentos sensíveis apenas em fotos da galeria; prefira aplicativos com criptografia ou armazenamento protegido por senha. 

Faça um checklist de documentos obrigatórios

Durante a preparação, um checklist simples evita esquecimentos. Confira os itens que não podem faltar:

  • Documento de identidade atualizado (RG, CNH ou passaporte);
  • Passagens aéreas (digitais e, se desejar, impressas);
  • Comprovante de hospedagem ou voucher de hotel;
  • Seguro-viagem com número da apólice e contatos de emergência;
  • Visto e certificado internacional de vacinação (se exigido);
  • Cartões de crédito habilitados para uso no exterior;
  • Autorização para menores, se aplicável.

Cuide também dos documentos financeiros

Verifique com antecedência os limites de cartão de crédito e débito para uso internacional e comunique o banco sobre o período da viagem.

Se o destino utilizar outra moeda, considere adquirir parte do valor em espécie e levar em um porta-dólar seguro.

Por fim, fotografe os comprovantes de câmbio e armazene no mesmo local dos documentos de viagem. Essa organização facilita o controle de gastos e possíveis reembolsos, caso a viagem tenha caráter corporativo.

Fale com a Engetur e viaje com tranquilidade

A Engetur oferece consultoria completa para que cada etapa da sua viagem seja planejada com total segurança. 

Nossa equipe cuida dos detalhes burocráticos, confirmações e atualizações, enquanto você se dedica ao que realmente importa: aproveitar cada momento.

Entre em contato e descubra como é simples planejar suas férias com quem entende de organização, logística e conforto. 

Seu embarque começa agora… e com a Engetur, ele será mais leve do que nunca!

A culinária típica do Mato Grosso faz mais do que apenas alimentar. 

Ela permite conhecer séculos de encontros culturais servidos em um prato de barro. 

Prepare-se para conhecer os pratos mais emblemáticos do Estado. Bem como entender por que eles não são apenas receitas, mas símbolos de identidade.

Os peixes que movem a culinária do Mato Grosso

Quem chega ao Mato Grosso cedo ou tarde vai se encontrar com o pintado, peixe de carne firme, base da tradicional mojica. O prato é uma espécie de caldo robusto, feito com mandioca cozida e temperos que lembram comida de avó.

Sem dúvida, outro astro é o pacu, famoso pelo preparo inteiro, muitas vezes recheado e assado na brasa. 

Já o dourado é valorizado tanto pela pesca esportiva quanto pelo sabor.

A onipresença da mandioca

Se o peixe é personagem principal, a mandioca é o fio condutor da culinária do Mato Grosso. 

Presente em forma de farinha, polvilho, bolo ou simplesmente cozida, ela aparece em quase todas as refeições.

A farofa de banana com farinha de mandioca é um clássico que surpreende o viajante. 

Outro destaque é a chipa, de origem paraguaia, mas incorporada ao dia a dia do estado. Feita com polvilho e queijo, é lanche indispensável em feiras e rodoviárias.

Carne seca e tradição sertaneja

A carne seca é presença obrigatória, muitas vezes combinada com farinha no preparo da paçoca de pilão

Diferente da sobremesa de amendoim conhecida em outras regiões, aqui a paçoca é salgada, socada manualmente em grandes pilões de madeira, misturando carne desfiada e farinha de mandioca.

O gosto peculiar do cerrado

O cerrado também marca presença com ingredientes únicos.

Pequi

O pequi, por exemplo, estrela o famoso arroz com pequi

O fruto, de aroma intenso e sabor inconfundível, divide opiniões — há quem ame e quem torça o nariz. Mas provar é quase um rito de passagem para quem visita o estado.

Guavira

Outro destaque é a guavira, pequena fruta usada em sucos, licores e sobremesas. 

De sabor delicado, ela dá ao visitante a sensação de experimentar algo exclusivo, que não se encontra em qualquer lugar do país.

Doces que encerram a refeição

Depois de pratos encorpados, chegam as sobremesas que equilibram a experiência de imergir na culinária do Mato Grosso! 

O bolo de arroz é feito com massa batida de arroz cru – certamente, macio e levemente adocicado, sendo presença garantida em festas e cafés da tarde. 

Já o bolo de mandioca reforça a centralidade desse tubérculo na culinária regional.

Viaje pelos sabores com a Engetur

Visitar o Mato Grosso é conhecer o Pantanal, a Chapada dos Guimarães, as águas cristalinas de Nobres. 

Mas é também sentar-se à mesa, provar um mojica, experimentar a paçoca de pilão, se arriscar no arroz com pequi e brindar com licor de guavira.

A Engetur leva você a essa vivência completa: destinos que encantam os olhos e sabores que encantam a alma. Entre em contato e descubra como transformar sua viagem ao Mato Grosso em um verdadeiro mergulho cultural.

Fernando de Noronha é aquele tipo de destino que está no imaginário de praticamente todo brasileiro. 

Mas aqui vai um segredo que pouca gente comenta: fora da alta temporada, a ilha ganha outra alma. 

Hoje, vamos te guiar pelos pontos turísticos imperdíveis de Noronha longe da multidão.

O que muda fora da alta temporada?

Antes de tudo, é bom entender: a baixa temporada em Noronha acontece principalmente entre março e junho e depois entre agosto e novembro (evitando feriados). 

E o que isso significa? Menos movimento, preços melhores, clima ainda agradável e um turismo mais sustentável.

O que fazer em Fernando de Noronha fora da alta temporada?

Baía do Sancho

Eleito várias vezes como uma das praias mais bonitas do mundo, o Sancho impressiona por sua beleza crua. 

A praia é emoldurada por falésias, acessível por uma escadaria entre rochas ou por barcos que ancoram ao largo.

Durante a alta temporada, o acesso à escadaria metálica costuma gerar filas. Mas na baixa temporada, você consegue descer com mais calma.

Mirante dos Golfinhos

O Mirante dos Golfinhos, que dá vista para a Baía dos Golfinhos, é o ponto certo para ver os golfinhos-rotadores pela manhã. 

O horário ideal é bem cedo, antes das 8h. Na alta temporada, o mirante lota. 

Fora dela, você pode chegar cedo, pegar um lugar privilegiado e ver dezenas de golfinhos.

Trilha Atalaia

A Trilha da Atalaia é controlada pelo ICMBio e exige agendamento – mesmo fora da alta temporada. 

Mas nesse período, conseguir vaga é mais fácil e o passeio é ainda mais especial.

A trilha leva até uma piscina natural formada pelas pedras vulcânicas, onde o mergulho com máscara e snorkel revela um mini aquário natural: moreias, peixinhos coloridos, polvos e até tubarões-lixa.

Existem três modalidades de trilha: Curta, Longa e Atalaia Sub. Fora da alta, é mais fácil conseguir a trilha longa, que inclui a passagem por outras piscinas naturais como a da Pontinha Pedra Alta.

Forte Nossa Senhora dos Remédios

O Forte Nossa Senhora dos Remédios é um dos pontos históricos mais importantes da ilha. 

Construído no século XVIII, faz parte do complexo de fortificações coloniais do arquipélago. Além de oferecer vista privilegiada para a Praia do Meio e Praia do Cachorro.

Praia do Sueste

A Praia do Sueste é o principal ponto de observação de tubarões-lixa, arraias e tartarugas-verdes, que se alimentam por ali. 

A atividade de snorkeling é regulamentada, e há pontos sinalizados para banho com segurança.

Na alta temporada, há limitação de visitantes por hora e o local pode ficar cheio. Fora dela, o mar continua calmo.

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Viajar para Fernando de Noronha é uma daquelas experiências que marcam uma vida. 

Mas fazer isso fora da alta temporada pode ser ainda mais especial. Ainda mais se você tiver um bom planejamento, orientação e suporte para tudo dar certo.

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