“Entre a bota italiana (formato do mapa) e o extremo sul da Grécia há mais belezas do que possa imaginar a nossa vã filosofia.” Uma livre adaptação da famosa frase de William Shakespeare poderia ser usada para tentar descrever as paisagens surreais banhadas pelo Mar Mediterrâneo, Mar Jônico, Mar Adriático e o Mar Egeu. Roteiro muito apreciado em cruzeiros marítimos, as famosas Ilhas Gregas, somadas às históricas cidades da Croácia e mais as icônicas cidades italianas formam a viagem dos sonhos – não só por contemplar paisagens tão incríveis que mais parecem arrancadas de um sonho –, mas por unir história à cenários paradisíacos contemplando países que representam o berço da civilização ocidental e da cultura moderna.

Neste post, apresentaremos alguns destinos incríveis presentes nos 3 países. Prepare-se para uma aventura inesquecível por lugares fascinantes da Grécia, Croácia e Itália!

Ilhas Gregas

Imagina um cenário com praias de areias brancas contrastando com o azul intenso do mar. Agora Inclui essa imagem dentro de algumas ilhas, milhares de ilhas, espalhadas no oceano. Conseguiu? Se quiser ser mais detalhista, acrescenta casas de muros brancos com janelas e portas azuis e algumas cúpulas também em azul. Pronto, você acabou de visualizar o cenário mais pitoresco do Mar Egeu e Mar Jônico: as Ilhas Gregas.

Com certeza você já viu uma imagem igual a descrita acima. O berço da civilização ocidental não poderia deixar de ser casa de uma das combinações mais apreciadas pelos brasileiros e, por que não dizer, por grande parte dos ocidentais: sol e mar cristalino. Entre as mais de 6 mil ilhas e ilhotas que compõem o arquipélago Grego, apenas 227 são habitadas, chegando a cerca de 16 mil km de litoral paradisíaco. A maioria das ilhas estão localizadas no Mar Egeu e há muitas divisões e classificações, mas para facilitar o entendimento, podemos dizer que as ilhas mais famosas estão divididas em: as Ilhas Cíclades, Creta e Ilhas Jônicas.

Ilhas Cíclades

São as mais famosas, que formam o cenário imaginado no começo do texto. Arquitetura deslumbrante, praias belíssimas e estilo de vida tradicional, com muita música, comida e hospitalidade. “Cyclades” é referente ao formato de círculo: segundo a mitologia grega, Poseidon, furioso, transformou as ninfas Cyclades em ilhas, rodeando a ilha sagrada de Delos. É um grupo com 56 ilhas cujas mais famosas são: Mykonos, Santorini, Naxos, Milos e Paros.  

Creta

A maior ilha da Grécia e também a quinta maior do Mediterrâneo. Creta do mito do minotauro, de história com vestígios de muitas civilizações, de montanhas, penhascos, desfiladeiros e praias espetaculares, tudo no mesmo lugar.

Ilhas Jônicas

Famosas por causa da praia Navagio Beach, em Zakynthos – umas das 4 principais e maiores ilhas jônicas – com um navio encalhado na areia, as ilhas jônicas são um conjunto de 12 ilhas. Vegetação e águas exuberantes combinadas com uma super infraestrutura tornaram as ilhas jônicas o lugar ideal para relaxar e curtir as férias. Kerkyra, Itaki e Zankythos são as mais conhecidas.

Subindo um pouco mais na costa oeste da Grécia, passando as Ilhas Jônicas e adentrando o Mar Adriático, chega-se a costa croata: lugar de ilhas maravilhosas e cidades medievais que mais parecem cenário de filme. E algumas são mesmo.

Croácia

Um jovem país, independente desde 1991, a Croácia guarda tesouros de tempos remotos, deixados pelas civilizações que já ocuparam o território. Parte da antiga Iugoslávia, o país contabiliza cerca de 1.800 km de costa litorânea com mais de mil ilhas e paisagens que mesclam montanhas, lagos, cachoeiras, palácios, praias e muita, muita história para contar.

Dubrovnik, a “pérola do Adriático”

A cidade mais visitada na Croácia foi reconstruída após a guerra que marcou a independência do país, em 1990.  Patrimônio da Humanidade, talvez você já tenha visto alguma parte de Dubrovnik sem nem mesmo ter saído de casa: o centro histórico da cidade, chamado de Old Town, é cercado por muralhas e já foi cenário para gravação da série Game of Thrones, da HBO.

Caminhar pela muralha que cerca a cidade é um dos passeios tradicionais de Dubrovnik e a razão por ser classificada como a maior cidade fortificada do mundo – são 2 km de muralha que chega a 25 metros de altura. A “pérola do Adriático”, como é conhecida, é uma cidade pequena que pode ser visitada em um dia, mas que carrega tantos encantos, tanta história e tanta magia que vale a pena se estender na visita para conhecer os museus, igrejas, ruas e casas de pedra, fortes e torres. Andar no bondinho de Dubrovnik é um ótimo passeio para ter uma visão espetacular da cidade.

Split, uma cidade dentro da cidade

A pouco mais de 200 km de Dubrovnik, Split é a segunda maior cidade da Croácia e integra a lista de destinos de verão mais cobiçados da Europa. Dona do porto mais importante do país, a cidade é ponto de partida para as ilhas mais famosas da Croácia, Brac, Vis e Hvar e também ponto de conexão para outros países, como Itália. Split é bastante movimentada, cheia de história e entretenimento. A principal atração turística da cidade, o Palácio Diocleciano – construído pelo imperador romano Diocleciano entre 293 e 305 – é uma verdadeira cidade dentro de uma cidade, com muitas vielas, lojas, restaurantes, bares e até hotel.

As praias mais bonitas estão a oeste da cidade, próximas do Monte Marjan, de fácil acesso a partir do centro histórico de Split. Uma particularidades da região é que as praias de Zvoncac, Jezinac e Obojena não têm areia, são de pedras.

Subindo um pouco mais na costa croata e ultrapassando os limites do país, chega-se ao território que é considerado o berço da cultura moderna:  a Itália.

Itália

O país que viu a ascensão do império romano e a criação da igreja católica tem influência direta na formação cultural e identitária não só da Europa, mas de grande parte do mundo. A Itália de hoje está entre os 25 países mais desenvolvidos do planeta, com o índice de qualidade de vida entre os 10 melhores do mundo.

Lugar de nascimento de muitos artistas, o solo italiano é reduto de grandes nomes das artes plásticas, cientistas, escritores, estilistas, cineastas, atores e atrizes, músicos e exploradores. Viajar pelo país é estar em contrato com a história mundial e, ao mesmo, usufruir das maravilhas de uma das culturas mais apreciadas por pessoas do mundo inteiro!

Veneza, charme dos canais

O labirinto de canais, pontes e minúsculas ilhas é o destino mais charmoso de toda a Europa. Não importa o que dizem, que a cidade afunda mais a cada dia ou que não passa de um atrativo de turistas, a verdade é que Veneza é única. Em que outro lugar você encontra gondoleiros passeando com casais apaixonados, crianças brincando na piazza, ruas estreitas que conduzem a estabelecimentos charmosos ou mercadinhos flutuantes próximos a casarões medievais? Veneza é uma Itália diferente, vivendo no próprio tempo, com sotaque e sabores próprios.

Seja a pé ou por meio dos vaporettos (tradicionais ônibus-barcos), um passeio pelos principais pontos da cidade é um deleite. A piazza San Marco, as famosas gôndolas, a Punta della Dogana, o Palazzo Ducale, os becos e ilhas… a dica é deixar-se ir em meio à geografia labiríntica de Veneza para poder descobrir as belezas da cidade de Marco Polo e Vivaldi.  

Milão, a metrópole italiana

Mião não para. Multifacetada, frenética e vibrante. A capital da região da Lombardia é a metrópole moderna e cosmopolita da Itália. Reino encantado dos amantes de moda, Milão combina rico passado, presente na arquitetura de muitos pontos turísticos como o Duomo de Milão ou a Galeria Vittorio Emanuele, ao famoso Quadrilátero de Ouro, uma quadra com lojas de grifes aclamadas no mundo inteiro.

Charmosa e excessivamente urbana, Milão é um paradoxo que encanta os turistas. O centro econômico e financeiro da Itália abriga desde a “Última Ceia” a famosa obra de Leonardo da Vinci, até luxuosos cafés e restaurantes estabelecidos em terraços – os milaneses adoram a combinação de aperitivos e terraços.

 

Apesar de serem três países diferentes e não tão próximos, é possível fazer um roteiro contemplando as ilhas Gregas, Croácia e Itália! Muitos cruzeiros contam com rotas que abrangem cidades italianas e croatas e algumas ilhas gregas, mas também é possível personalizar seu roteiro aéreo entre os destinos!

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Saint Barthélemy, ou St. Barth para os íntimos, é uma ilha localizada na América Central que já foi colônia sueca – por mais de 100 anos – e, hoje, pertence ao domínio francês. E talvez seja essa mistura de influências europeias com o espetacular mar do Caribe que fez com que a pequena ilha se transformasse na queridinha das celebridades. Pequena no tamanho, mas enorme nas atrações. Conhecida como a ilha mais luxuosa do mar caribenho, viajar para St. Barth é uma experiência totalmente diferente, mesmo que você já tenha visitado outras ilhas caribenhas. Quer saber por quê? Segue o texto que você vai entender!

Descoberta de Saint Barthélemy

St. Barth está próxima de outros territórios franceses como St. Martin e à Anguilla.  Descoberta por Cristóvão Colombo – o nome é uma homenagem ao irmão do navegador, que se chamava Bartholomeu – a ilha foi reivindicada pelos espanhóis, mas foram os franceses que a tomaram e colonizaram no século XVII. Depois de inúmeras invasões piratas, guerras e um longo período de incertezas, a ilha foi cedida para a Suécia em troca de diretos comerciais em outros lugares.

Os suecos, comandados por Gustav III – daí o nome da capital Gustavia – investiram na ilha pois acreditavam no comércio e desenvolvimento local. Esse movimento ficou conhecido como “Era Sueca” e os resultados são vistos até hoje, começando pela arquitetura colorida e reta das construções. Mais de um século depois, a França retomou o domínio da ilha. Mas St. Barth só ganhou os holofotes mundiais quando a família Rockefeller comprou terras na ilha, no final da década de 1950, e algumas celebridades do cinema norte-americano começaram a frequentar o local. Foi aí que começou o burburinho de turistas.

Outra parte da França

Já deu para começar a entender por que St. Barth difere das outras ilhas caribenhas. Frequentada por celebridades como Kate Moss, Gisele Bundchen, Mark Jacobs e Beyoncé, Saint Barthélemy é sinônimo de exclusividade. Um lugar paradisíaco que mistura a paisagem caribenha ao ar da Riviera Francesa. Embora as construções sejam no estilo sueco, a língua, a cultura e a gastronomia são todos franceses. Quem nasce na ilha é cidadão francês.  

Com um charmoso aeroporto apto a receber apenas aeronaves de pequeno porte – você não encontrará voos abarrotados de grandes companhias aéreas com destino a St. Barth – a ilha tem pouco mais que 20 quilômetros quadrados de extensão, 16 praias badaladas e pouco mais do que 20 hotéis. Uma particularidade de St. Barth (os norte-americanos costumam chamar de St. Barths) é que não há miscigenação: a população de cerca de 9 mil habitantes é majoritariamente branca.

Podemos dizer que a bela St. Barth não só é território francês como é uma extensão da Côte d’Azur francesa. Dito isto, você verá muitos iates luxuosos aportados na marina de Gustavia. Quem tem mais poder aquisitivo, geralmente, chega de iate à St. Barth. Se não fosse pela pouca urbanização da ilha – não há asfalto nem transporte público – e pelo inconfundível mar do Caribe, você facilmente acharia que está na Europa.

Melhor época para visitar

Os meses mais secos, de novembro a abril, é a melhor época para visitar a ilha, porém é a alta temporada: muita gente e tudo mais caro. As férias do meio ano, principalmente julho, costumam ser agitada também devido ao período de recesso em vários países. Evite ir no período de agosto e setembro: é a época dos furacões no Caribe e quase nada funciona na ilha.

Passeando por St. Barth

Alugar um carro é a melhor maneira de conhecer a ilha (a moeda em St. Barth é euro). Os poucos taxis praticam preços super altos. De carro você pode fazer um tour pelas praias locais, entre as mais famosas estão a Baie de Sant-Jean (praia central) local de um dos beach clubs mais famosos da ilha, o Nikki Beach. Anse des Flamands, Colombier, Le Grand Cul-de-Sac e Salines são outras praias bastante apreciadas em St. Barth.

 

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