Que tal passar um réveillon diferente e aproveitar para conhecer a África do Sul ou o Jalapão? O fim do ano já está se aproximando e essa é a hora de fechar a programação das suas férias. E esse pode ser um excelente momento par aproveitar e fugir dos destinos tradicionais de réveillon e, quem sabe, trocar a praia por um safári ou por outro lugar de belezas naturais de tirar o fôlego.

Gostou da ideia? Então venha conferir dois destinos imperdíveis para a virada do ano: África do Sul e Jalapão!

Réveillon na África do Sul

O país é diverso, tanto em termos culturais quanto naturais, e possui uma série de opções para toda a família.

Você pode conferir os grandes centros urbanos como Pretória e Joanesburgo ou se refugiar no meio da natureza na Cidade do Cabo ou em Limpopo, podendo até mesmo passear no meio dos animais selvagens.

O clima na África do Sul é agradável durante todo o ano e é possível chegar ao país por meio de voos diretos saindo dos principais aeroportos.

Joanesburgo

É a maior e mais urbana cidade da África do Sul e é um excelente destino turístico, principalmente, para aqueles que queiram conhecer um pouco mais sobre a história do país. Na cidade, um dos principais destinos é o Museu do Apartheid, que conta a narrativa da luta contra a segregação, e o Constitution Hill, onde ficavam os presos políticos, e a região do Soweto. É possível também aproveitar a visita para conhecer a antiga casa de Nelson Mandela.

Além dos pontos sobre o Apartheid, também vale muito a pena fazer o Walking Tour pelo centro de Joanesburgo. Ele é gratuito e possibilita ver a vista no Carlton Centre, o prédio mais alto de toda a África.

Pretória

É a capital do poder executivo da África do Sul e está localizada há cerca de 60km de Joanesburgo.

Na cidade não se pode deixar de conhecer o Freedom Park e seus memoriais e museus, o monumento Voortrekker, o Union Buildings e o Museu de Ciência e História Natural.

Cidade do Cabo

A Cidade do Cabo é um destino imperdível, principalmente, para os amantes de aventura e natureza. Rico em praias, montanhas e trilhas, além de possuir uma excelente gastronomia que conversa com o enoturismo.

A principal atração é a Table Mountain. É possível subir de bondinho ou por trilha, fazer um passeio de barco até a ilha-presídio de Robben Island, visitar o Jardim Botânico Kirstenborsch ou fazer os Walking Tours pela cidade e conhecer algumas das principais praias.

Aproveite também para ver o pôr do sol no mirante Signal Hill e degustar alguns dos vinhos produzidos pela região.

Limpopo

É nessa cidade que está localizado o famoso Parque Nacional Kruguer, uma reserva natural onde se é possível fazer um Safári e conhecer os principais animais selvagens do país.

Jalapão: um réveillon inusitado

Para quem quer passar o final de ano no Brasil, o Jalapão é outro excelente destino e fora da rota comum dos turistas nessa época.

O Jalapão é conhecido pelo turismo sustentável e pelas suas belezas naturais, como cachoeiras, rios, chapadões, serras, dunas e formações rochosas. Localizado no estado do Tocantins, a região atrai turistas o ano todo e uma das melhores maneiras de conhecer o destino é por meio de um Safári Camp.

Safári Camp

Esse “safári” é na verdade uma espécie de acampamento de luxo montado à beira do Rio Novo, um dos últimos com água potável do mundo!

Você terá que se preparar para ficar sem internet e até mesmo sem luz elétrica durante a noite, mas em compensação o céu estrelado proporcionará sensações incríveis!

O acampamento conta com banheiros e chuveiros com aquecimento solar, refeições à base de comidas típicas da região e hospedagem em uma das 15 tendas, com camas e banheiro individuais. Não se preocupe com pernilongos e outros animais, pois todas as barracas são vedadas e reforçadas para que nenhum problema aconteça.

No acampamento é possível fazer uma série de passeios para conhecer os principais pontos da região, entre eles: o Cânion Sussuapara, as Cachoeiras da Formiga e da Velha, o Mirante da Serra e muito mais! Lugares de água cristalina que encanta visitantes de todo o mundo.

A África do Sul e o Jalapão são dois destinos um tanto quanto diferentes, mas igualmente incríveis, onde você pode criar memórias inesquecíveis com toda a família e aproveitar a virada de ano de uma forma diferenciada.

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Um destino pitoresco, distante e ao mesmo tempo tão próximo. Quando falamos que o Marrocos está no extremo norte da África, parece que não está perto de outros destinos tão conhecidos como Espanha e Portugal. Mas está. Então por qual razão nos parece, muitas vezes, que o Marrocos é muito mais distante quando comparado aos destinos mais convencionais? A resposta é simples: sua cultura milenar.

Seu povo, seus hábitos, suas paisagens, sua história. Se geograficamente o país está muito próximo de destinos turísticos tradicionais, culturalmente o Marrocos representa outro universo. Referenciado como porta de entrada do continente africano, há tempos o Marrocos atrai os olhos de viajantes do mundo inteiro.

São mais de 10 milhões de turistas anualmente. Pessoas de vivências distintas que, uma vez no Marrocos, encontram algo em comum: são levados pelos aromas, texturas, sabores e sensações múltiplas. As paisagens, ora ocres ora coloridas, refletem um povo cheio de vida, com tradições tão arraigadas que mesmo a proximidade com a Europa não conseguiu apagar.

Dicas rápidas sobre o Marrocos

Antiga colônia francesa, no Marrocos é possível se comunicar em francês ou árabe (idioma oficial), mas o espanhol (ao norte) e inglês (por ser global) são bem aceitos. Entre os países muçulmanos, o Marrocos é um dos mais tolerantes, ou seja, turistas têm colher de chá em relação aos costumes.

A capital é Rabat, mas o centro econômico e cidade mais populosa é Casablanca. Marrakech, Fez e Méknes são os grandes centros culturais, com gigantesco acervo histórico. Dividido em 17 regiões, o Marrocos é banhado pelo oceano Atlântico e pelo mar Mediterrâneo, além de ser cortado por uma cadeia de montanhas e pelo deserto.

  • Moeda: Dirrã marroquino;
  • Fuso horário: +4 (em relação ao horário de Brasília);
  • Visto: não é exigido para até 90 dias de estadia;
  • Vacinas: não há exigência de vacinas. Mas ter a vacinação da febre amarela e de gripe é obrigação de todo o viajante;
  • Voltagem: a corrente do país é 220v. Tomadas tipo C e E (de dois ou três furos redondos).

Agora que você já sabe informações básicas do Marrocos, confira 5 experiências para viver no país:

1. Ser invadido por sensações na Praça Jemma El-Fna

No coração de Marrakech, a praça Jemm El-Fna é ponto de intensa movimentação dia e noite. Declara Patrimônio Oral e Imaterial pela Unesco, lá é onde tudo acontece. De dia há várias pessoas circulando, muitas barracas com venda de toda sorte de artigos. Inclua encantadores de serpente, tatuagem de hena, artesanatos, acrobatas, músicos e performers de variados estilos. Tudo isso regado a muitas histórias (contadores de histórias também estão lá) e comidinhas mil.

2. Passear no meio do Deserto do Saara

O passeio mais comum saí de Marrakech e, aos poucos, todas as cores da cidade vão dando lugar às dunas douradas do deserto mais famoso do mundo! Não sem antes passar pelas numerosas montanhas do Alto Atlas, muitas vezes salpicadas de neve. A beleza do Saara impressiona mesmo antes de chegar ao deserto. Além das belezas naturais, o viajante encontra inúmeros povoados pelo caminho, até chegar aos berberes, os moradores do Saara.

A experiência no Saara pode incluir um pernoite em uma tenda tradicional. Ao optar por passar a noite, o viajante tem a oportunidade de contemplar um céu iluminado por estrelas, fogueira, música e uma sensação única no infinito de areia.

3. Barganhar nos souks

Não existe um processo de compra e venda no Marrocos que não envolva barganhar! Dentro das tracionais medinas (espaços urbanos situados dentro de muralhas), os souks são os mercados mais tradicionais do mundo árabe. Em geral, ficam afastados das regiões centrais pois, originalmente, eram frequentados pelas camadas mais pobres da sociedade. Hoje são verdadeiros pontos turísticos em que é possível encontrar de tudo. De antiguidades a especiarias frescas e diversas, até prataria e artigos falsificados – os famosos xing-lings.

4. Conhecer a maior mesquita africana

A mesquita Hassan II, em Casablanca, é o símbolo máximo de modernidade do Marrocos. Uma obra-prima arquitetônica, suntuosa e repleta de detalhes. Além de ser a maior do continente, também é a única aberta a não muçulmanos.

5. Deliciar-se com a gastronomia local

Esse é um aspecto central na cultura árabe: a comida é a alma do seu povo. E a variedade é imensa! Embora o couscous marroquino possa ser familiar para os brasileiros, há muito mais para saborear. Desde o tradicional chá de menta (recusar é praticamente uma ofensa), o tajine é uma experiência gastronomia essencial. Se quiser se aprofundar, prove pratos como sopa de lesma e a cabeça de cabrito (são vendidos na rua, inclusive). As frutas secas e cozidos são os carros-chefes da cozinha marroquina.

 

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Esta pequena vila de pescadores no Ceará, nordeste brasileiro, é o tipo de lugar onde poderíamos ficar presos por semanas. Jericoacoara (ou “Jeri” para os íntimos) é famosa por suas praias e dunas propícias para a prática de esportes. Mas essas não são as únicas atrações deste paraíso tropical.

Por diversas vezes eleita uma das praias mais bonitas do mundo, Jericoacoara fica a cerca de 300 km da capital cearense. Com pouco mais de 19 mil habitantes, o vilarejo é o lugar ideal para relaxar em meio a paisagens exuberantes.

A vila é simples e rústica, o que a torna incrivelmente encantadora. A energia elétrica é limitada, as ruas principais são de areia e com pouca iluminação. O resultado? Uma das noites mais estreladas que você poderá ver na vida!

Em contrapartida, o turismo em Jericoacoara vem evoluindo rapidamente. Hoje existem inúmeros hotéis, pousadas, bares e restaurantes, dos mais caros até os mais simples. Tudo contribui para você aproveitar o que há de melhor no nordeste brasileiro. A vida noturna é uma atração à parte. Com muita dança, música ao vivo e animação.

Por que visitar Jericoacoara?

Se todos os atributos acima ainda não te convenceram, saiba que Jericoacoara fica dentro de um Parque Nacional fortemente preservado. Portanto, você encontrará nada menos do que natureza em seu estado mais puro.

E não há tempo ruim neste paraíso: as temperaturas ficam em torno dos 25º C o ano inteiro. A única ressalva é quanto a temporada de chuva, que vai de maio a junho, e pode prejudicar a prática de esportes. Se você quer aproveitar o calor em sua plenitude, os meses de outubro a fevereiro são os mais indicados.

Seja para relaxar ou para se divertir, Jericoacoara tem tudo que você poderia querer para as férias dos sonhos. Logo, não é surpresa que o destino figure há anos entre os mais procurados no Brasil por viajantes de todo o mundo.

Como chegar

Uma vez estando no aeroporto de Fortaleza você deverá decidir qual o melhor meio para chegar a Jericoacoara. É possível combinar previamente o traslado com o local onde você vai se hospedar, bem como pegar um ônibus. A viagem dura aproximadamente 5 horas, mas quem já foi garante que cada segundo vale a pena. Se for alugar um carro, os 4×4 são sem dúvidas os mais indicados.

Mas se preferir diminuir as horas de viagem por terra, pode optar por pegar um voo partindo de Recife. O desembarque acontece no aeroporto de Cruz, a 40 km de Jericoacoara.

Chegando em Jericoacoara, opções para curtir o lugar não faltarão! Veja 10 dicas de passeios imperdíveis em Jeri:

1. Buggy

Não é à toa que colocamos o passeio de Buggy em primeiro lugar nessa lista. Em Jericoacoara é possível ir a praticamente qualquer lugar de Buggy. Além de tornar a viagem mais divertida, ele ainda permite o contato próximo com a natureza. Esse é também um dos meios mais fáceis de locomoção em meio às dunas de areia.

2. Duna Encantada

Como se sabe as dunas mudam constantemente com a ação do vento. No entanto, não é isso que acontece com a Duna Encantada. A grande duna de areia permanece sempre no mesmo lugar e é cercada de lendas. Há quem diga que por debaixo dela há um antigo navio. Verdade ou não, vale a pena conhecer essa obra da natureza.

3. Praia do Preá

A Praia do Preá não é a mais procurada para banho. Por outro lado, trata-se de um dos destinos favoritos entre os amantes dos esportes. Isso porque a praia tem ventos fortes e constantes, o que a torna ideal para a prática de kitesurf e windsurf. Então, se você é amante do esporte ou apenas de belas paisagens essa é uma ótima opção.

4. Lagoa do Paraíso

A Lagoa do Paraíso é, sem dúvidas, um dos pontos turísticos mais famosos de Jericoacoara. É lá que estão as famosas redes penduradas sobre a água cristalina que inspiram viajantes de todo o mundo. Se quer relaxar e contemplar a paisagem, este é o lugar certo.

5. Pedra Furada

Outro cartão postal de Jericoacoara que não pode ficar de fora da sua viagem é a pedra furada. Com uma grande fenda cuidadosamente esculpida durante anos pela natureza, o lugar é famoso nas redes sociais dos viajantes. A dica é ir enquanto a maré estiver baixa para apreciar não somente a pedra furada, como outras que ficam próximas.

6. Árvore da Preguiça

Assim que você chegar à árvore da preguiça entenderá o porquê de seu nome. Por conta dos ventos fortes e constantes, a árvore cresceu praticamente deitada sobre a areia. As raízes sinuosas ficam praticamente expostas. A árvore fica muito próxima da pedra furada, portanto, vale a pena esticar a caminhada e conhecer essa curiosa árvore nativa.

7. Lagoa Azul

Em um cenário paradisíaco, a Lagoa Azul atrai viajantes que vão em busca de sossego, sombra e água fresca. A região ainda conta com algumas barracas e passeios para uma experiência completa e inesquecível em Jericoacoara.

8. Andar a cavalo

Engana-se quem pensa que só de Buggy se anda por Jericoacoara. Se você quer um contato ainda mais íntimo com a natureza, os cavalos são uma opção, seja para ir de um ponto a outro ou apenas galopar pela orla.

9. Duna Pôr do sol

Assistir ao pôr do sol em Jericoacoara é um verdadeiro espetáculo. Por conta de sua localização privilegiada, o destino é um dos poucos lugares onde o sol se põe no horizonte do oceano como se estivesse mergulhando. A Duna Pôr do Sol possibilita assistir a tudo isso de camarote em uma das paisagens mais belas do Brasil.

10. Sair à noite

A aparência pacata de Jericoacoara tende a enganar à primeira vista. A vila simples tem vida noturna agitada, com muito forró, boa comida e gente simpática. E tem opções para todos os gostos, desde baladas até restaurantes com música ao vivo, não faltam alternativas para se divertir até o amanhecer.

 

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Antes de tudo você precisa saber: a Escandinávia não é um destino comum. Mas nos últimos anos a região tem aparecido cada vez mais nos roteiros de viajantes do mundo inteiro. Localizada no norte da Europa, a Escandinávia abrange 5 países: Noruega, Islândia, Dinamarca, Suécia e Finlândia. O apelo nórdico reside nas aventuras naturais cheias de adrenalina, nas caminhadas culturais e na diversidade de países para conhecer.

A Escandinávia é o lar de algumas das paisagens mais impressionantes do mundo. Além de culturas vibrantes e tradições lendárias. Confira a seguir algumas dicas de cidades e lugares para conhecer nos países que compõem a região.

Bergen, Noruega

Localizada na costa sul da Noruega, Bergen parece uma vila de pescadores, apesar de ser a segunda maior cidade do país. Casas de madeira coloridas, muitas delas transformadas em restaurantes e lojas modernas, alinham-se às docas de Bryggen. O Bryggen é um cais do século XII que já foi dominado pela Liga Hanseática e desde então se tornou Patrimônio Mundial da UNESCO.

No cais é possível ver as redes que são transportadas diariamente para o mercado de peixes. Depois de observar essa prática é o momento de apreciar as vistas panorâmicas no funicular Fløibanen, subindo a montanha Fløyen. Mas a verdadeira razão para visitar a cidade são os fiordes: porções de água margeadas por montanhas rochosas que formam belas paisagens. É possível caminhar até os fiordes, mas os cruzeiros diurnos também podem levá-lo perto o suficiente sem suar a camisa.

Outra atração é a famosa Aurora Boreal. Esse fenômeno que encanta viajantes de todo o mundo pode ser visto mais de perto nos polos magnéticos da Terra. As luzes iluminam o horizonte com um brilho geralmente esverdeado, mas que pode assumir diversas tonalidades.

Visite a cidade de Tromsø, no norte da Noruega, para ter a melhor vista da Aurora Boreal. A infinidade de cores iluminará o céu em uma experiência incrível. Além de Bergen, a Noruega reserva ainda belos lugares, então separe alguns dias do roteiro para o país.

Informações úteis: Uma coroa norueguesa equivale a R$ 0,45. Já em relação ao clima, é bastante frio, com invernos bem rigorosos.

Ring Road, Islândia

Frequentemente chamada Terra do Fogo e do Gelo, a Islândia possui alguns dos terrenos mais variados e inspiradores do mundo. A melhor maneira de conhecer esse país nórdico é de carro pela Ring Road. O trajeto circunda a ilha e conecta você aos melhores locais do país, incluindo Reynisfjara, uma praia de areia preta que abriga colônias residentes de papagaios-do-mar e a espetacular cachoeira Goðafoss.

Após conhecer esses locais desvie-se para a Península de Snaefellsnes para caminhar por um vulcão e geleira ativos. Depois você pode seguir para as águas da Lagoa Azul, o famoso spa geotérmico situado em um campo de lava.

Informações úteis: O clima na Islândia tende a ser bem fresco com invernos rigorosos e a moeda é a Coroa Islandesa que vale R$ 0,03.

Copenhague, Dinamarca

O escritor Hans Christian Andersen consagrou as paisagens dinamarquesas em seus livros. Até hoje os cenários povoam o imaginário de muitos viajantes que visitam o país. Além disso, se você usa as redes sociais, seus seguidores agradecerão por fotografar os edifícios coloridos que margeiam o canal Nyhavn.

A cidade oferece ainda muitos outros atrativos para preencher os seus dias pela capital. Incluindo um parque de diversões do século XIX no Tivoli Gardens, as lojas em Strøget e o museu de Amalienborg, o palácio de inverno da família real dinamarquesa.

Os amantes da gastronomia também devem ir até o distrito de Nørrebro e visitar a rua Jægersborggade. O lugar é repleto de cafés e restaurantes. Algumas opções são:

  • Pedir o menu degustação com preços razoáveis ​​no Manfred’s;
  • Provar as delícias orgânicas certificadas do Relæ;
  • Conhecer o Geranium, um restaurante com três estrelas Michelin.

Informações úteis: a coroa dinamarquesa equivale a R$ 0,60 e, apesar de fazer parte da Europa, não adotou o euro como moeda oficial. Já o clima é do tipo continental: frio no inverno e temperado no verão.

Gotemburgo, Suécia

A cidade natal da marca Volvo é também um lugar de atraente gastronomia, arte e design de ponta. É exatamente isso que você encontrará na segunda maior cidade da Suécia, mas que muitas vezes é esquecida.

Para um contexto sobre o renascimento de um antigo centro industrial, comece suas andanças urbanas pelas ruas de paralelepípedos de Haga. Esse é um bairro do século XVII que simboliza a cultura de cafés de Gotemburgo! Não perca os pãezinhos de canela no Café Husaren, cujas pitorescas casas de madeira são agora lojas de todos os tipos.

Volte ao centro da cidade para explorar os restaurantes à beira-mar – os menus de degustação inventivos de Bhoga ganharam uma estrela Michelin. Depois de apreciar a culinária, veja exposições de fotografia rotativas no Museu de Arte da cidade.

Informações úteis: uma coroa sueca equivale a R$ 0,41. A parte Sul e Central do país possui verões considerados quentes para a região e invernos gelados que podem chegar a -4ºC.

Parque Nacional de Oulanka, Finlândia

O Parque Nacional de Oulanka fica nas regiões do norte da Ostrobótnia e Lapônia, cobrindo mais de 160 km² do território finlandês. É um dos parques nacionais mais populares do país, conhecido por suas impressionantes corredeiras e quedas d’água.

O parque é composto por florestas de pinheiros, vales fluviais com bancos de areia, corredeiras e infinitos terrenos pantanosos. Oulanka tem um ecossistema fluvial único, pois os leitos dos rios abrigam espécies raras de borboletas e mais de cem espécies diferentes de aves. Aproveite o inverno para contemplar todo o branco da neve!

Informações úteis: o clima no país se aproxima do temperado com temperaturas frescas no verão e geladas no inverno. A moeda oficial é o euro.

 

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Apesar das marcas deixadas pelos conflitos do século 20, o Vietnã tem se destacado como destino turístico tem ano após ano! Repleto de edifícios antigos, o Vietnã possui uma gastronomia incrível e tradição cervejeira. Junte a isso as maravilhas naturais que as guerras do século XX não puderam apagar e tenha um destino surpreendente!

A nação vietnamita existe há mais de mil anos. O passar dos séculos resultaram em uma cultura rica que se manifesta de diversas maneiras. O Vietnã, com suas diversas paisagens, pode facilmente agradar a quase todos os turistas. Uma atividade popular e imperdível ao viajar para o Vietnã são as excursões a Hanói, rica capital do país.

Hanói, a capital vietnamita

Um dos lugares indispensáveis ​​em sua viagem ao Vietnã é Hanói! A melhor época  para conhecer a capital é o outono. O céu claro e as belezas que a estação proporciona tornam a região incrível, com um clima agradável e um ambiente relaxante.

Hanói é a cidade ideal para se visitar no Vietnã. Os amantes da arquitetura clássica adoram a cidade e a história que suas ruas contam, principalmente no Bairro antigo.

Visitando o bairro antigo você terá a chance de passear o dia inteiro em 36 ruas com diversas casas do século XIX que representam um pouco da cultura da região.

Sendo a capital do Vietnã, Hanói tem uma longa história com os antigos valores tradicionais e culturais. Além disso, possui grande número de estruturas arquitetônicas que refletem as interseções culturais entre o Vietnã e a França.

Algumas relíquias são o Museu Nacional de História do Vietnã, a Ópera de Hanói, o Palácio Presidencial e a Ponte Long Bien.

Outros monumentos e destinos turísticos que representam a história vietnamita são:

Temple of Literature, Mausoléu de Ho Chi Minh, Lago Ho Guom, Templo de Ngoc Son, West lake, Pagode Huong entre outros monumentos históricos que você precisa conhecer.

Gastronomia vietnamita

Hanói não é famosa apenas por oferecer paisagens bonitas, mas também por sua culinária diversificada e única.

Em uma viagem ao Vietnã você pode desfrutar de muitos pratos famosos ao redor do mundo e com baixo custo. Alguns deles são o Pho, uma espécie de sopa de macarrão de arroz e carne e o sorvete Trang Tien.

O Telegraph do Reino Unido classificou Hanói em primeiro lugar na lista das cidades com as culturas culinárias mais impressionantes do mundo! Por isso essa é uma das principais razões de muitos turistas frequentarem a região.

Lugares para visitar em Hanói

Fizemos uma lista com lugares imperdíveis para passear pela capital vietnamita:

Bairro antigo

O local é um vislumbre arquitetônico da Old Hanói. A área é conhecida por seus comerciantes e artesãos, incluindo lojas de seda e muito mais.

O bairro possui inúmeros restaurantes com especialidades da culinária local, e há até um mercado noturno no centro da região, que pode ajudá-lo a comprar roupas, alimentos, lembranças e outros itens.

lago Hoan Kiem 

Conhecido como o Lago da Espada Restaurada, o Iago Hoan Kiem é uma obra-prima da cultura de Hanói. Multidões se reúnem para apreciar a beleza do local.

Templo budista Tran Quoc Pagoda

O templo mais antigo do Vietnã, construído em 1842, é o símbolo do budismo no país até hoje.

O templo oferece vistas incríveis e um ótimo ambiente para todos os visitantes poderem relaxar, meditar e admirar a natureza.

Palácio Presidencial

O Palácio Presidencial é o lugar onde Ho Chi Minh se recusou a ficar. O palácio foi construído pelos franceses na virada do século passado em estilo renascentista italiano.

Hoje a construção funciona como uma casa do governo e uma pequena taxa é cobrada para percorrer os jardins do local.

 

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Próxima à costa venezuelana, Aruba é definida, muitas vezes, como o Caribe possível para os turistas vindos da América do Sul. Não apenas pela proximidade, mas também pelo fato da ilha estar fora da rota de furacões do Caribe. Ponto importante para escolher o destino Aruba. Na prática, isso quer dizer que toda hora é hora para aproveitar as praias, vida noturna, centros de compras e toda a diversidade da ilha mais europeia do Caribe!

Uma mistura possível entre Amsterdã e Cancún

Embora com sol implacável e temperaturas entre 24° e 30°C durante o ano inteiro, a pequena ilha de colonização holandesa tem, sim, suas semelhanças com Amsterdã. Junto às praias de águas translúcidas e cenários deslumbrantes, os turistas também apreciam a paisagem urbana com arquitetura colorida, casarões históricos e até alguns moinhos de vento pela cidade.

Se de um lado a elegância europeia está presente, inclusive, nas galerias de arte a céu aberto, do outro, a sinalização, a moeda e, por que não, boa parte do estilo vida da ilha remete ao modelo estadunidense. Nesse sentido, a referência à Cancún, considerando as diferenças de fama e dimensão, é válida. Assim como o famoso destino mexicano, Aruba tem inúmeras opções de entretenimento, vida noturna agitada, belezas naturais surpreendentes e excelente infraestrutura turística.

Esse mix cultural também se faz presente na comunicação em Aruba. Embora o papiamento e o holandês sejam os idiomas oficiais, é possível se comunicar tranquilamente em inglês, espanhol e francês. A moeda oficial é o florim antilhano, mas o dólar norte-americano é aceito em todos os lugares, assim como cartões de crédito.

Bem-vindo à Aruba!

Parte das ilhas ABC (Aruba, Bonaire e Curaçao), localizadas a lado a lado, Aruba fazia parte das Antilhas Holandesas. Hoje como território autônomo, mas nem tanto – já que o governador é “eleito” pelo Rei do Reino dos Países Baixos –, Aruba é cheia de atrativos para os turistas. Uma vez em Aruba, veja algumas atrações e passeios que você não pode perder!

Praias de Aruba

Se estamos falando em Caribe, não há por onde começar a lista de passeios se não pelas praias! E como estamos falando de uma ilha, as praias estão por toda a volta. Na região oeste de Aruba, estão as praias mais procuradas: faixas de areia maiores, águas mais calmas e variadas opções de restaurantes, hotéis e bares. Ao leste estão as praias com mar agitado, devido aos ventos fortes, perfeitas para prática de esportes aquáticos.

Numa sequência de norte a sul da ilha, estão: Arashi Beach; Boca Catalina Beach, Hadicurari Beach, Malmok Beach, Palm Beach, Eagle Beach, Renaissance Island, Manchebo, Druif, Mangel Halto, Rodger1s Beach e Baby Beach.

Compras no centro de Oranjestad

A Main Street, como o nome já fala, é a principal rua da capital. Repleta de lojas, incluindo marcar famosas, fazer compras em Aruba também é uma das atrações. Por ser uma área de livre imposto (duty free) você encontrará boas ofertas. A área próxima da rua Caya Beticos Croes também oferece boas opções de compras, assim como os inúmeros shopping centers espalhados pela ilha.

Mas o centro de Oranjestad tem mais a oferecer. Além dos restaurantes e pubs, caminhar pelas ruas e admirar a arquitetura holandesa também é um ótimo passeio. Uma dica é subir a bordo do bondinho para percorrer a cidade.

Cassinos

Caribe combina com cassino! E em Aruba não é diferente. O jogo é liberado e as maiores casas são o Alhambra, em Eagle Beach, e o Crystal, em Oranjestad. Porém, muitos hotéis têm seus próprios cassinos, abertos ou não a não-hóspedes.

Atividades na natureza

Se as parias são as principais atrações, há mil e uma forma de curtir toda a beleza natural de Aruba! Esportes como kitesurf, windsurf, snorkel e mergulho são as atividades mais básicas para se fazer em Aruba. Além disso, há opões de passeios de submarino para explorar a fundo as belezas marinhas da região. Outro passeio muito procurado leva ao lado mais selvagem de Aruba: o safári 4×4 pela área desabitada da ilha.

Arikok National Park

Por falar em área mais selvagem, o Arikok Park ocupa cerca de 20% dessa parte mais antiga e original de Aruba. Repleto de formações rochosas, a região é rica em fauna e flora, abrigando alguns dos cenários mais sensacionais da ilha, como a Natural Pool – uma grande piscina natural com águas cristalinas e refrescantes localizada depois de uma extensa faixa deserta dentro do parque.

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A cidade mais famosa e visitada dos Emirados Árabes é sinônimo de riqueza e ostentação. Conhecida pelo luxo, arranha-céus, lojas e modernidade, Dubai é como um oásis de progresso e prosperidade sem fim.

Erguida em meio às dunas do deserto, a cidade é repleta de áreas verdes e praias que em nada se assemelham ao cenário seco original. Nesse aspecto, apenas o clima quente deixa lembrar que a cidade moderna, cosmopolita e rica que conhecemos hoje, foi construída numa extensão do maior deserto de areia do mundo: o Rub’al Khali.

Se por um lado Dubai surgiu numa área de deserto, por outro a cidade está situada na costa do Golfo Pérsico. Isso quer dizer que areia e mar fazem parte da identidade da cidade. Dubai é o centro financeiro e turístico dos Emirados Árabes, um grande centro de negócios que cresce continuamente graças à movimentação de grandes conglomerados transnacionais e frutos do petróleo.

Já deu para entender que Dubai não se assemelha a qualquer outro destino, certo? São tantas ofertas de passeios, atrações e atividades que montar um roteiro na cidade pode ser uma tarefa difícil. Reunimos algumas dicas do que fazer em Dubai, considerando a proximidade das atrações, para você organizar seu roteiro e aproveitar a viagem!

Downtown Dubai

No coração da “Nova Dubai”, o centro da cidade é o ponto de partida e lugar imperdível para iniciar o roteiro pela cidade. É lá que estão algumas das atrações mais simbólicas de Dubai! Muito movimentado, o centro é uma das áreas mais animadas, com prédios comerciais e residenciais, shoppings, áreas verdes e muito mais. Veja alguns pontos imperdíveis:

  • Burj Khalifa: o maior prédio do mundo tem 828 metros e 160 andares! O arranha-céu tem uso residencial e comercial, possuindo dois mirantes: um no 124º andar e outro no 148º andar – sendo o mirante mais alto do mundo. Para visitá-lo é preciso comprar ingresso com antecedência pelo site.
  • Dubai Mall: é claro que o maior shopping do mundo está em Dubai. São mais de 1.200 lojas, 120 restaurantes e 22 salas de cinema. Além disso, o shopping abriga o Dubai Aquarium, o Underwater Zoo, uma pista de patinação no gelo e a Kidzânia – um imenso complexo recreativo para crianças.
  • Dubai Fountain: em frente ao Dubai Mall, a famosa fonte de Dubai foi idealizada pelos mesmos criadores do hotel Bellagio, em Las Vegas. Com 275 metros de comprimento, as fontes são um espetáculo de luz e sons.
  • Dubai Ópera: criada pelo arquiteto dinamarquês Janus Rotock, a ópera foi inaugurada em 2016 e seu formato é uma homenagem ao desenvolvimento e à história marítima de Dubai. É possível fazer uma visita guiada no local.

Dubai Creek

A parte mais antiga da cidade é cortada por um canal que divide as regiões de Deira Dubai (norte) e Bur Dubai (sul). Trata-se de uma enseada natural que recebe as águas do Golfo Pérsico, cujo entorno revela uma parte contrastante da cidade. Uma Dubai histórica, com arquitetura tradicional e atrações que marcam o ponto zero da cidade.

  • Gold souk e Spice souk: dois mercados famosos e tradicionais da cidade estão na parte de Deira Dubai. O maior mercado de ouro do mundo (gold souk) abriga centenas de lojas onde se compra joias e outros artigos. Já o mercado de especiarias (spice souk) é repleto de aromas e sabores característicos de Dubai.
  • Al Fahid: também conhecido como Bastakiya, o bairro é um exemplo da Dubai original, preservando a arquitetura e aura da cidade antes do boom do petróleo. Localizado em Bur Dubai, as casas antigas, hoje, abrigam cafés, restaurantes, galerias e lojas.
  • Dubai Museu: no Forte Al Fahidi, o museu combina história, informação e experiências sensoriais para que o visitante seja absorvido pela trajetória da cidade. Cultura e tradição são palpáveis na construção típica do século 18.

Jumeirah

Além de tudo, Dubai ainda reserva belas praias ao viajante! A Jumeirah Beach é uma delas. Esta é uma praia pública à beira do Golfo Pérsico com excelente infraestrutura, incluindo ciclovia, quiosques, banheiros, entre outros. Esta região ainda reserva outras atrações:

  • Burj Al Arab: um dos símbolos de Dubai, o hotel tem forma de uma vela de barco e é um dos pontos mais fotografados da cidade. Trata-se de um dos poucos hotéis 7 estrelas do mundo e para vista-lo é necessário estar hospedado ou ter uma reserva em seus restaurantes.
  • Jumeirah Mosque: templo aberto para visitação. Há oferta de um tour guiado pelas tradições mulçumanas. Construída na década de 1970, a mesquita tem capacidade para abrigar 1.200 fiéis.
  • Palm Jumeirah: um dos cartões-postais mais conhecidos de Dubai, o arquipélago artificial em formato de palmeira abriga residências, hotéis e restaurantes. Composto por um tronco e ramos em semicírculo que atuam como quebra-mar, o arquipélago invade o Golfo Pérsico e pode ser acessado por trem.

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O Uruguai é um destino muito apreciado por suas praias maravilhosas e história rica, mas há um tour que tem atraído cada vez mais viajantes ao país: as vinícolas uruguaias! Somado ao glamour de cidades como Montevidéu e Punta del Este, o enoturismo é a bola da vez entre os atrativos do país.

A adesão aos roteiros pelas regiões vinícolas do Uruguai tem conquistado a preferência dos viajantes. Com paisagens espetaculares, rica gastronomia e bons vinhos, o Uruguai se aproxima do prestígio dos vizinhos Chile e Argentina no quesito vinhos.

Roteiro de vinhos no Uruguai

Com destaque para o vinho Tannat, reconhecido e premiado mundialmente, o Uruguai possui mais de 10 regiões vinícolas. Localizadas, principalmente, ao sul do país, próximas ao Rio Prata, e ao norte, perto da fronteira com o Brasil. As principais regiões produtoras de vinhos são:

  • Canelones
  • Artigas
  • Colonia del Sacramento
  • Florida
  • Paysandú
  • Carmelo
  • Rivera
  • Salto
  • San José
  • Soriano

São mais de 200 vinícolas em atividades no Uruguai, que já recebe a fama de ser a “Toscana da América do Sul”. Se os brasileiros representam cerca de 30% dos turistas no Uruguai, esse número cresce para 70% quando o roteiro é pelas vinícolas do país.

Outra vantagem do enoturismo uruguaio é que a principal região produtora de vinhos está muito próxima de Montevidéu. Canelones concentra cerca de 6 em cada 10 bodegas uruguaias.  São cerca de 50 km entre a capital uruguaia e Canelones, trajeto que poder ser feito de ônibus, táxi e até mesmo por aplicativos de transporte.

Vinícolas próximas de Montevidéu

A produção de vinhos do Uruguai é a quarta maior da América do Sul – atrás da Argentina, Chile e Brasil. Embora os números sejam modestos, a qualidade é inversamente proporcional. Muitas bodegas são geridas pela terceira, quarta e outras gerações das famílias fundadoras, que preservam as tradições dos vinhos somadas à tecnologia na produção. Entre as regiões mais próximas à capital, destacamos:

Canelones

A principal região vinícola concentra cerca de 60% produção de vinhos uruguaia. Ao lado de Montevidéu, a área concentra infinitas opções de bodegas, desde as mais tradicionais até as mais luxuosas. Só que além dos campos repletos de videiras, a região também reserva outros atrativos naturais. São cerca de 65 km de praias, perfeitas para descanso, pesca e atividades náuticas. Entre as vinícolas mais visitadas da região estão:

Fonte: Establecimiento Juanicó

  • Establecimiento Juanicó: uma das principais bodegas da região. Foi declarada Monumento Histórico Nacional graças as suas construções antigas perfeitamente preservadas. Uma mistura deslumbrante entre natureza e vinhos onde o visitante faz um tour pelos vinhedos, conhece o processo de produção e degusta os vinhos da casa, incluindo o Don Pascual, principal marca da bodega.

Fonte: Viñedo de Los Vientos

  • Viñedo de Los Vientos: comandada por uma argentina e um uruguaio, a bodega-boutique está localizada em Atlântida, balneário de Canelones. A combinação entre gastronomia e vinhos proporciona o que os proprietários chamam de “cozinha em bodega”. A vinícola já foi ranqueada como a quinta em exportação no Uruguai.

Maldonado

A cerca de 130 km de Montevidéu e a, apenas, 10 km de Punta del Este, Maldonado é uma das regiões viticultoras mais novas do Uruguai. O desenvolvimento deve-se não só a boa qualidade dos vinhos e belas paisagens, mas também pela proximidade com um dos balneários mais famosos do país. Entre as vinícolas mais visitadas da região estão:

Fonte: Alto de la Ballena

  • Alto de la Ballena: pioneira na região de Maldonado, a bodega preza pela qualidade e não pela quantidade, com simplicidade na produção aliada ao cenário espetacular. Colada a Punta del Este, a vinícola fica em Punta Ballena, mesma área da famosa Casa Pueblo.

Fonte: Bodega Garzón

  • Bodega Garzón: conhecida pelo luxo e requinte de suas instalações, a Bodega Garzón é comandada por argentinos que têm outras vinícolas em Mendoza. Em 2018, a bodega foi eleita a melhor vinícola do mundo pela revista Wine Enthusiast, especializada em vinhos.

Além disso, em 2014, a região de Carmelo ficou conhecida no mundo inteiro como a Toscana Uruguaia, graças a uma reportagem veiculada no New York Times. A 240 km de Montevidéu e 77 km de Colônia del Sacramento, a  cidade pequena oferece um roteiro completo pelas vinícolas com passeios, degustação e excelentes opções gastronômicas.

 

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Independente da Eslováquia desde 1993, a República Tcheca abandonou os estereótipos comunistas de cidade cinza. Impulsionado por políticas públicas voltadas para o crescimento econômico, o país tem se destacado como um dos principais destinos turísticos do leste europeu. Com marcas históricas por todos as esquinas, o centro cultural e principal destino da República Tcheca é Praga, capital e coração pulsante do país.

O que fazer em Praga

Considerada uma das cidades mais belas do mundo, Praga concentra elegância e charme em um roteiro recheado de atrações. Dividida pelo Rio Moldava, a cidade já faz parte da lista de muitos viajantes, incluindo os brasileiros, que buscam opções de destinos além do circuito Roma-Paris-Londres.

A “Cidade dos cem pináculos”, como é conhecida, reúne opções culturais em uma mistura fascinante entre clássico e moderno. Espere ver muitas torres (pináculos), turistas (a cidade está sempre na rota internacional) e experimentar boas cervejas! Afinal, estamos na capital do país com tradição milenar na produção de cerveja.

Separamos algumas dicas de passeios, incluindo os principais pontos turísticos, para você montar seu roteiro em Praga! Continue a leitura para conhecer mais sobre a cidade e conferir algumas dicas importantes sobre a República Tcheca.

Cidade Velha (Staré Město)

Indicada como a zona mais bonita para um passeio a pé, o Centro Histórico é o coração de Praga. Trata-se da parte mais turística e zona mais medieval da cidade. Ou seja, entre construções históricas e boa parte das torres, a região concentra a maior oferta de hospedagens, bares, restaurantes, cafés e lojinhas em geral.

Relógio Astronômico (Orloj)

Construído em 1401, o relógio faz parte da arquitetura da prefeitura da Cidade Velha, especificamente, na Parede Sul. Além das horas (fuso horário de 4h em relação à Brasília) apresentadas pelas figuras dos apóstolos, a peça utiliza o zodíaco para mostrar os meses. Parada obrigatória para fotos, o relógio também marca a posição do sol e da lua no céu.

Torre do Relógio

Um mirante com uma vista incrível da cidade! A torre é, a verdade, uma parte antiga da prefeitura. De lá é possível ver por dentro o funcionamento do relógio astronômico.

Castelo de Praga

O maior castelo do mundo é um complexo de belos palácios e edifícios ligados por vielas. Construído no século IX, o castelo era o centro do território e residência de muitos reis da Boêmia. Atualmente, a construção é sede da presidência da República Tcheca. Dentro do conjunto de edifícios do castelo estão:

Torre de Pólvora

Entre as várias torres da cidade, a Torre de Pólvora é uma das que mais chama atenção. Construída em 1475, a torre tem 44 metros e servia para armazenar a pólvora da cidade.

Catedral de São Vito

Símbolo do país, a construção da catedral teve início 1344, mas só foi concluída entre os séculos XIX e XX. A catedral guarda as Joias da Coroa e a tumba de Venceslau IV, conhecido como o Rei Bom. Com 88 metros de altura, quem quiser encarar as escadas em forma de caracol da torre é premiado com uma vista magnífica da Ponte Carlos, Staré Město e Malá Strana.

Ponte Carlos

Monumento mais famoso de Praga, a Ponte Carlos conecta as zonas de Staré Město e Malá Strana. Com mais de 500 metros de comprimento e 10 de largura, a ponte conta com 30 estátuas de santos espalhadas nas duas bordas. Durante o roteiro, você provavelmente atravessará a ponte mais de uma vez!

Faça um pedido: a estátua de São João Nepomuceno, um dos santos da Boêmia, foi a primeira a ser instalada na ponte, por volta de 1638. A lenda diz que se o viajante tocar, com a mão esquerda, na base da estátua e fizer um pedido, o desejo será realizado! Além das estátuas, ao cruzar a ponte o turista encontrará várias barraquinhas e artistas de rua.

Cidade Pequena (Malá Strana)

Uma das zonas mais antigas e tradicionais de Praga, a Malá Strana apresenta um surpreendente estado de conservação, com seus palácios e construções históricas. Fundada em 1257, a Cidade Pequena concentra:

Igreja de São Nicolau

Considerada a construção barroca mais bonita de Praga. Com o interior coberto de obras de arte, desde pinturas no teto até esculturas nas paredes, na praça de acesso à igreja está a Coluna da Peste – uma estátua da Santíssima Trindade.

Parque Kampa

Com uma localização privilegiada no cetro da cidade, trata-se de um dos parques mais animados de Praga! Situado embaixo da Ponte Carlos, lá estão alguns dos antigos moinhos da cidade, além do famoso Muro de John Lennon – concebido como uma manifestação pacífica contra o regime comunista.

Dicas importantes

  • Idioma: embora a língua oficial seja o tcheco, é comum se comunicar em inglês ou alemão em Praga.
  • Visto: brasileiros não necessitam de visto para entrar no país.
  • Clima: o país possui estações bem definidas, com temperaturas na casa dos 18°C até os 24°C no verão (julho a setembro) e frio que pode chegar a -5°C no inverno (dezembro a março). As estações intermediárias costumam marcar temperaturas entre 8°C e 18°C.
  • Moeda: a Coroa Tcheca é a moeda oficial, embora o Dólar norte-americano e o Euro também sejam usados. Na dúvida, o Euro é mais vantajoso, até pela proximidade com outros países europeus.

 

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A capital chilena costuma ser descrita como um destino deslumbrante, lugar de convergência entre paisagens naturais belíssimas e arquitetura urbana. Se você ainda não viajou para Santiago, talvez possa pensar tratar-se de um exagero. Mas, na verdade, no momento em que você estiver sobrevoando Santiago, antes mesmo do avião aterrissar, você vai entender o porquê da descrição. Estamos falando de uma das metrópoles mais charmosas da América Latina, uma cidade vibrante e elegante, emoldurada pela belíssima Cordilheira dos Andes!

Santigo reúne belezas naturais, tesouros históricos, cultura pulsante e uma diversidade de passeios e atrações para todos os perfis de turistas! Se você pretende viajar para a capital chilena, mesmo que seja uma viagem curta, reunimos algumas dicas de atividades imperdíveis para você incluir no seu roteiro. Continue a leitura e descubra um pouco mais sobre as atrações de Santiago do Chile.

Dia 1 – caminhada pelo centro histórico de Santiago

Tudo começa com uma bela caminhada pelo Centro Histórico de Santiago. Assim como muitas capitais sul-americanas, o centro histórico marca o coração da cidade, com muitas atrações próximas ao redor. A dica é reservar a manhã para desbravar as belezas da Plaza de Armas, ponto central da cidade. A praça é cercada pela Catedral Metropolitana de Santiago, o Museu Histórico Nacional, o Museu de Arte Pré-Colombiana e o Mercado Central de Santiago.

Se você gosta de história e já ouviu falar sobre o período sangrento da ditadura chilena, o Museu de La Memoria y de los Derechos Humanos é boa opção de passeio. O Palácio de La Moneda, sede da presidência chilena, abriga um rico centro cultural aberto para visitantes. São galerias, salas de exposições, atividades culturais, cafés, lojinhas e restaurantes localizados no subsolo do La Moneda.

Cambio de Guardia

Se você acha que a pompa da troca de guardas é uma atração turística restrita a Londres, devemos dizer que está enganado! No Palácio de La Moneda a troca de guarda, chama de cambio de guardia, ocorre desde 1851, sendo um verdadeiro evento cívico. A cerimônia dura cerca de 40 minutos e ocorre em dias alternados, sempre às 10 horas, em dias úteis, e às 11 horas aos fins de semana.

Dica: em setembro e outubro as trocas ocorrem nos dias ímpares. Já em novembro de dezembro de 2019 ocorrerão nos dias pares.

Dia 2 – Cerros Santa Lúcia e San Cristóbal, teleférico e La Chascona

Uma dica de muitos viajantes é de não deixar de apreciar a melhor vista panorâmica de Santiago de cima do Cerro San Cristóbal. Esse é o segundo ponto mais alto da cidade – perde apenas para o Sky Costanera, o arranha-céu mais alta da América Latina – e está dentro do Parque Metropolitano de Santiago.

A subida a cumbre (alto do cerro) e feita de funicular (Bondinho) que faz uma parada no zoológico da capital, também dentro do parque, ante de chegar ao topo. No alto do morro, além a visão espetacular, está a o Santuário da Imaculada Conceição, com uma imagem de 22 metros da Santa. No topo do cerro o visitante também tem acesso ao teleférico de Santiago, uma das atrações mais disputadas da cidade.

Reaberto em 2017, o teleférico cobre um trajeto de 4,8 km sobre Santiago! São 3 paradas: em Osais- Pedro de Valdivia; Tapahue e Cumbre (Cerro San Cristóbal). Você pode comprar apenas o ticket de ida, ou ida e volta, e descer/subir em qualquer uma das paradas do teleférico.

Já no Cerro Santa Lúcia a subida é feita a pé. São cerca de 70 metros de altura, que recompensam o esforço com uma vista privilegiada da Cordilheira dos Andes! Localizado na região central da cidade, o Santa Lúcia está dentro de um pequeno parque urbano. Em seu topo você encontrara importantes marcos históricos como a Escultura Caupolicán e o Castillo Hidalgo.

La Chascona

Próximo do Cerro San Cristóbal, no Bella Vista –  famoso bairro boêmio de Santiago – La Chascona foi uma das casa de Pablo Neruda, consagrado poeta chileno. Semelhante ao formato de um barco, Neruda era apaixonado pelo mar, a casa-museu reúne acervo pessoal do poeta. Lá ele viveu seus últimos anos de vida ao lado da esposa, Matilde Urrutia. Uma vez no bairro, aproveita para explorar outras atrações do Bella Vista. A região é repleta de bares, restaurantes, teatros e casas noturnas.

Dia 3 – Vitacura e Las Condes

Reserve o terceiro dia para explorar as áreas mais residenciais de Santiago, uma ótima maneira de se aproximar do dia a dia da cidade. O bairro de Vitacura, por exemplo, é um dos mais sofisticados da capital chilena, com inúmeras opções de entretenimento. Com restaurantes chiques, lojas de grife e alguns dos metros quadrados mais caros da cidade, há muitas coisas acessíveis no bairro mesmo para os que não compõem o suprassumo da sociedade santiaguina.

Em Vitacura está o Parque Bicentenário, um lugar cheio de estilo e tranquilidade. Uma excelente maneira de se conectar com a natureza, de forma segura e confortável, o parque é cheio de cadeiras de sol, pontos de lanches e restaurante. A lagoa artificial do parque abriga diversos cisnes negros, afinal de contas, estamos falando de sofisticação.

Las Condes mantém o charme de um bairro nobre, porém com toque arquitetônico de variados prédios comerciais. Lá está Sanhattan, o principal centro financeiro da cidade. Sim, o nome é uma mistura de Santiago com Manhattan. É nessa área que está o famoso Costanera Center, o shopping que conta com o mirante Sky Costanera no mesmo complexo. O bairro ainda abriga o Parque Araucano e o shopping de mesmo nome, além de contar com a beleza avassaladora da Cordilheira dos Andes, a cereja que embeleza o cenário da região.

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